sexta-feira, 31 de agosto de 2012

VOCE PRECISA CRESCER

 








Não será assim entre vocês. Pelo contrário, quem quiser tornar-se importante entre vocês deverá ser servo (Mateus 20.26)
Era uma vez um menino que sentia vontade de ser bem grande e resolveu procurar alguém que pudesse lhe ensinar como fazer para ser grande.
Foi andando, andando e, de repente, parou diante de uma árvore enorme e perguntou:
- O que você faz para ser tão grande? A árvore respondeu:
- Eu dou frutas, flores, sombra, purifico o ar, agasalho as aves e minha madeira é muito útil ao homem. Eu sirvo.
O menino continuou sua caminhada, encontrou um grande rio e perguntou:
- E você, o que faz para ser grande? O rio disse:
- Eu levo barcas, abasteço de água as populações, irrigo as terras e forneço várias espécies de peixe. Eu sirvo.
Aquele menino continuava perguntando e prestando atenção às informações e ia crescendo com todas as respostas que ouvia:
Da professora, ele ouviu: - Para que a geração jovem aprenda ética, cidadania e tenha educação e instrução. Eu sirvo.
Do médico, ele ouviu: - Para que o homem seja saudável na mente e no corpo. Eu sirvo.

Do religioso, ele ouviu: - Para construir uma comunidade de irmãos, filhos de Deus, que saibam repartir o pão. Eu sirvo.
Do policial rodoviário, ele ouviu: - Na orientação aos motoristas, na disciplina e na segurança do trânsito e na prevenção do acidente. Eu sirvo.
Dos animais ele também obteve respostas:
O urubu disse: - Elimino da superfície da terra todo cadáver não sepultado. Eu sirvo.
A Abelha disse: - Eu espalho pólen nas flores e fabrico o gostoso mel. Eu sirvo.
E o menino não parou, foi perguntando, perguntando e pensando chegou às conclusões:
- Tudo só é grande quando serve;
- Tudo só é importante quando é útil;
- Tudo só é necessário e essencial quando, de alguma forma, constrói um mundo melhor.
Ele entendeu e ficou feliz com o que conheceu.
- Quando eu crescer também quero ser grande, vou começar hoje a servir, seja em casa, na escola, na rua, porque para Deus grande é quem serve.
Como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos. (Mt. 20.28)
Digo-lhes verdadeiramente que nenhum escravo é maior do que o seu senhor, como também nenhum mensageiro é maior do que aquele que o enviou. (João 13.16)

Servir não é privilégio de muitos. Servir é para gente grande. Servir é para gente que se conhece, e está seguro de sua identidade, a tal ponto que nada nem ninguém o diminui.
Servir é para gente que conhece o coração das pessoas, a ponto de não se deixar decepcionar o suficiente para que o serviço seja abandonado.
Servir é para quem conhece o amor, de tal maneira que desconhece preço elevado demais para que possa continuar servindo.
Servir é para quem conhece o fim a que se pode chegar servindo e amando, de tal maneira que não é motivado pelo reconhecimento, a gratidão ou a recompensa, mas pelo próprio privilégio de servir.
Servir é para poucas pessoas, só para os parecidos com Jesus.

PENSE BEM

Elaborado por uma equipe de psicólogos e especialistas americanos, que trabalhava em terapia conjugal.
1. Nunca irritar-se ao mesmo tempo.
A todo custo evitar a explosão. Quanto mais a situação é complicada, mais a calma é necessária. "Há criaturas que são como a cana, mesmo postas na moenda, esmagadas de todo, reduzidas a bagaço, só sabem dar doçura..."
 
2. Nunca gritar um com o outro.

A não ser que a casa esteja pegando fogo. Quem tem bons argumentos não precisa gritar. Quanto mais alguém grita, menos é ouvido. Gritar é próprio daquele que é fraco moralmente, e precisa impor pelos gritos aquilo que não consegue pelos argumentos e pela razão.

3. Se alguém deve ganhar na discussão, deixar que seja o outro.

Perder uma discussão pode ser um ato de inteligência e de amor. Dialogar jamais será discutir, pela simples razão de que a discussão pressupõe um vencedor e um derrotado, e no diálogo não. "A vitória na guerra deveria ser comemorada com um funeral"; dizia Lao Tsé.

4. Se for inevitável chamar a atenção, fazê-lo com amor.

Só tem sentido a crítica que for construtiva; e essa é amorosa, sem acusações e condenações. Antes de apontarmos um defeito, é sempre aconselhável apresentar duas qualidades do outro.

5. Nunca jogar no rosto do outro os erros do passado.

A pessoa é sempre maior que seus erros, e ninguém gosta de ser caracterizado por seus defeitos. Toda vez que acusamos a pessoa por seus erros passados, estamos trazendo-os de volta e dificultando que ela se livre deles.

6. A displicência com qualquer pessoa é tolerável, menos com o cônjuge.

Na vida a dois tudo pode e deve ser importante, pois a felicidade nasce das pequenas coisas.

7. Nunca ir dormir sem ter chegado a um acordo.

Se isso não acontecer, no dia seguinte o problema poderá ser bem maior. A atitude da avestruz, da fuga, é a pior que existe. Com paz e perseverança busquemos a solução.

8. Pelo menos uma vez ao dia, dizer ao outro uma palavra carinhosa.

Muitos têm reservas enormes de ternura, mas esquecem de expressá-las em voz alta. Não basta amar o outro, é preciso dizer isto também com palavras.



9. Cometendo um erro, saber admiti-lo e pedir desculpas.

Admitir um erro não é humilhação. A pessoa que admite o seu erro demonstra ser honesta, consigo mesma e com o outro.

10. Quando um não quer, dois não brigam.

Será preciso então que alguém tome a iniciativa de quebrar o ciclo pernicioso que leva à briga. E a melhor maneira será "não por lenha na fogueira", isto é, não alimentar a discussão. Muitas vezes é pelo silêncio de um que a calma retorna ao coração do outro. Outras vezes será por um abraço carinhoso, ou por uma palavra amiga.

             Estas são alguns mandamentos importantes para a boa convivência de um Casal Cristão. Adote-as e você vai experimentar um casamento cheio de alegria e presença de Deus constante.
 

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

MORTE QUE TRAZ VIDA


Era uma vez um grão de trigo. Pequeno como todos os grãos de trigo, mas muito orgulhoso. Julgava-se tão importante que só pensava em si mesmo. Sempre dava um jeito de ser o centro da atenção de todos.
“Eu não quero ser deitado na terra. Sou bonito. Liso e perfeito demais para morrer na terra. Quero conservar a minha vida.” Pensando assim, pediu para ser guardado num saquinho de papel, bem guardadinho, para conservar ali, intacta, a sua vida.
Havia também um outro grão de trigo. Pequeno como todos os grãos de trigo e muito humilde. Pouco pensava em si mesmo. Ocupava-se mais em colocar a sua vida a serviço dos outros. Estava sempre disposto a entregar-se e doar-se em favor dos outros.
Nessa humildade, nem pensava em ser dono de sua própria vida, e muito menos pensava em conservar a sua vida pelas próprias forças.
“Concordando em ser deitado na terra”, concluiu ele. Passado algum tempo, aquele grãozinho orgulhoso, guardado no saquinho de papel, virou pó. Enganou-se e não conseguiu reunir forças para preservar a sua vida.
Enquanto isso o grãozinho humilde, deitado na terra, morreu. Mas, vejam só o que aconteceu: no lugar onde o grãozinho humilde morreu, surgiu um novo pé de trigo. No início, muito pequenino, mas cresceu, deu flor e botou cacho, um cacho bonito, pesado, cheio de grãos.
Esse é realmente um grande segredo: se ficarmos girando em torno de nós mesmos, sempre pensando na nossa própria importância, então vamos ficar sós e a verdadeira vida não estará em nós. Se, no entanto, nos entregarmos, nos doarmos em favor dos outros, encontraremos a verdadeira nova vida. Por isto Cristo disse:
“Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, produzirá muito fruto” (João 12:24).
Site  Pastor

SEM MEDO

 
Supere-o com atitudes corajosas. A coragem não é ausência de medo, mas a superação do medo.
“No amor não há medo. Antes o perfeito amor lança fora o medo, porque o medo produz tormento. Aquele que teme não é aperfeiçoado em amor”. (1 João 4:18)
1) Definindo o que é “Medo”.
O Dr. David Kornfield define o medo como:
“um desejo sufocante de nos esconder, defender-nos ou fugir de algo ou alguém que nos incomoda ou nos ameaça”.
2) Quais são as consequências na vida de uma pessoa dominada pelo medo:
1) O medo ofusca a visão;
2) O medo paralisa;
3) O medo provoca o isolamento da pessoa;
4) O medo provoca um desgaste emocional;
5) O medo pode levar a pessoa a perder o contato com a realidade;
6) O medo pode bloquear emocionalmente.
3) Superando o medo.
1. Desenvolva sua fé em Deus (1 Jo 5:4). “Fé é coragem!”
2. Encha-se de amor (1 Jo 4:18). “No amor não há medo”.
3. Não tire os olhos do Senhor (Hb 12:2).
4. Use a armadura de Deus (Ef 6:11-18).
5. Use a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus (Ef 6:17).
6. Descanse naquilo que a Bíblia diz:
“Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará. Direi do Senhor: Ele é o meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio”. (Salmo 91:1,2)
Disse Oliver Wendel Holmes:
“O que se encontra atrás de nós e o que se encontra à frente são problemas menores, comparados com o que existe dentro de nós”.

domingo, 26 de agosto de 2012

NÃO SABEMOS NADA

Contas-se que um rei tinha um amigo de seu total confiança. Somente uma coisa o aborrecia no seu amigo: sempre que acontecia qualquer situação diferente no palácio, quer boa um ruim, ele exclamava: “DEUS SABE O QUE FAZ”.
Certa vez, o rei cismou de serrar um pedaço de madeira e rejeitou a ajuda do amigo. Quando começou a fazer a obra, a serra atingiu-lhe quatro dedos da mão, cortando-os. Na mesma hora, tremendo de dor, o rei ouviu: “DEUS SABE O QUE FAZ”. – Como?
– Soldados, prendam este homem não quero vê-lo nunca mais.
O tempo passou. O rei nem se lembrava mais do ex-amigo preso. Resolveu fazer uma longa viagem e convocou seus reais colegas de caça, seguindo imediatamente com a caravana.
Tudo parecia maravilhoso na viagem, até que um dia, caíram numa armadilha fatal de índios canibais. Seriam sacrificados num ritual, naquela mesma noite.
Que situação terrível. O chefe da tribo ordenou que tirassem as roupas para o exame. Quando chegou a vez do rei, o índio olhou para a sua mão sem dedos e disse-lhe para ir embora: – não oferecemos culto aos nossos deuses com pessoas aleijadas.
O rei saiu correndo e chorando. Estava livre. No caminho de volta ao palácio, solitário, muito triste com a perda de seus amigos de caça, lembrou-se daquele amigo preso e falou: “DEUS SABE O QUE FAZ”.
– Se eu não tivesse perdido os dedos. Hoje seria um homem morto. Chegou ao palácio e fez questão de ir pessoalmente libertar o amigo para contar-lhe a dura experiência.
– Majestade, “DEUS SABE O QUE FAZ”. Se eu não estivesse aqui, preso, teria ido junto com a caravana e agora e agora também seria um homem morto.

As  cousas que Jesus  faz,  só entenderemos, quando nos encontrarmos com Ele no céu 

Dt 29-29a    As cousas encobertas pertencem ao Senhor;

NÃO SEJA FOFOQUEIRO

Certo homem andou espalhando fofocas a respeito de uma boa família da cidade, simplesmente porque a filha deles rompeu um antigo namoro por não gostar mais dele. As fofocas se espalharam de tal maneira que em pouco tempo não só todas as pessoas da cidade estavam sabendo da má fama da moça, como também as moças do lugar foram proibidas de conversar com ela. Dois anos se passaram, o rapaz se apaixonou por outra moça e se casou. Porém sua antiga namorada ainda levava a injusta má fama que ele havia espalhado. Ao ver a vida triste e sem amigos que ela levava, e que nunca mais tinha namorado outra pessoa, por ter ficado mal afamada, sua consciência pesou-lhe e não podia nem dormir direito. Estava profundamente arrependido do que havia feito e por isso decidiu confessar-se com o padre da aldeia. Após confessar-se pediu ao padre que lhe desse uma idéia de como desfazer o mal que havia causado. O padre mandou que buscasse em casa um travesseiro de penas e voltasse para a igreja imediatamente. Curioso, o rapaz obedeceu. Ao voltar, o padre mandou que ele subisse até a torre mais alta da igreja, rasgasse o travesseiro e contasse cada uma das penas. Ele cumpriu todos os detalhes com muita dificuldade, pois era um dia de muito vento. Estava ainda no alto da torre quando gritou para o padre que havia acabado a façanha de contar todas as penas em meio àquela ventania, então ouviu o padre que lá de baixo gritava para ele: “Pois bem, então agora abra o travesseiro novamente e espalhe ao vento todas as penas, sem deixar nenhuma no travesseiro!”. Sem entender muito bem o que o padre queria ensinar-lhe, e pensando que talvez fosse um tipo de “penitência estranha” obedeceu mais uma vez ao padre. Voltou cansado e apresentou-se ao com um tremendo ar de dever cumprido. Surpreso, ouviu o padre dizer: Pois agora e que vai começar sua penitência! Saia pela cidade e coloque de volta no travesseiro todas as penas que você jogou, sem deixar nenhuma para fora. Só quando tiver conseguido fazer isto é que a má influência do que você fez terá passado.

Mas o que sai da boca, vem do coração, e é isso que contamina o homem Mt 15-18

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

BUSQUE EM JESUS

Houve no Oriente um jovem pastor que desejava encontrar uma jovem com qualidades ideais para se tornar uma boa esposa e também uma boa nora. É que com a partida da mãe a casa se tornou fria, triste e vazia… Ele saía todas as manhãs com o pai para o campo, só voltando tarde da noite. Tudo era tão sem calor! Cansados como estavam, eles tinham ainda de preparar a alimentação suficiente também para o dia seguinte. O moço conhecia na redondeza três simpáticas jovens que eram irmãs. Todas tão meigas e atraentes, que escolher uma delas lhe pareceu coisa difícil. Sem saber, então, qual das três deveria preferir, procurou o pai, homem de bem, e experimentado na vida - a fim de lhe pedir conselho a respeito do assunto. Depois de ouví-lo atentamente, o pai lhe disse: - “Filho, convide as três irmãs para virem lanchar aqui com você. Ofereça-lhes queijo para comer e repare bem de que maneira o cortam e depois conte-me com detalhes como foi que, certamente, poderei orientá-lo”. No dia seguinte, o jovem pastor procurou as moças e lhes fez o convite, que foi aceito prazerosamente. Após o lanche e a conseqüente retirada das garotas, o rapaz relatou ao pai o seguinte: - “A mais velha das três engoliu o queijo em poucos bocados e sem retirar a casca”. O pai, imediatamente, o advertiu, dizendo: - “Essa moça não serve, filho. Certamente será pouco cuidadosa nos trabalhos da casa; fará tudo apressadamente. Talvez não seja gastadeira, mas não revelará prazer e nem amor necessário à realização das tarefas”. - A segunda - continuou o moço - “tirou a casca do queijo, mas fê-lo com tanta pressa que junto com a casca se foi uma boa camada de queijo. - Também não serve. Além da falta de comedimento, é perdulária. - A caçula, esta sim! Tirou-lhe a casca cuidadosamente e o comeu com delicadeza” - concluiu finalmente o filho, já com certo interesse. - “Case com esta. É comedida e cuidadosa!” Este é apenas mais um conto oriental entre tantos outros, porém revela uma extraordinária verdade: é preciso cuidado, observação e informação no momento de uma escolha séria, se desejamos acertar. Sobretudo, carecemos da orientação do Pai celestial que “ensinará no caminho a escolher”.

 

“Quando você tem que fazer uma escolha e você não a faz, isto já é uma escolha”.

 

Houve no Oriente um jovem pastor que desejava encontrar uma jovem com qualidades ideais para se tornar uma boa esposa e também uma boa nora. É que com a partida da mãe a casa se tornou fria, triste e vazia… Ele saía todas as manhãs com o pai para o campo, só voltando tarde da noite. Tudo era tão sem calor! Cansados como estavam, eles tinham ainda de preparar a alimentação suficiente também para o dia seguinte. O moço conhecia na redondeza três simpáticas jovens que eram irmãs. Todas tão meigas e atraentes, que escolher uma delas lhe pareceu coisa difícil. Sem saber, então, qual das três deveria preferir, procurou o pai, homem de bem, e experimentado na vida - a fim de lhe pedir conselho a respeito do assunto. Depois de ouví-lo atentamente, o pai lhe disse: - “Filho, convide as três irmãs para virem lanchar aqui com você. Ofereça-lhes queijo para comer e repare bem de que maneira o cortam e depois conte-me com detalhes como foi que, certamente, poderei orientá-lo”. No dia seguinte, o jovem pastor procurou as moças e lhes fez o convite, que foi aceito prazerosamente. Após o lanche e a conseqüente retirada das garotas, o rapaz relatou ao pai o seguinte: - “A mais velha das três engoliu o queijo em poucos bocados e sem retirar a casca”. O pai, imediatamente, o advertiu, dizendo: - “Essa moça não serve, filho. Certamente será pouco cuidadosa nos trabalhos da casa; fará tudo apressadamente. Talvez não seja gastadeira, mas não revelará prazer e nem amor necessário à realização das tarefas”. - A segunda - continuou o moço - “tirou a casca do queijo, mas fê-lo com tanta pressa que junto com a casca se foi uma boa camada de queijo. - Também não serve. Além da falta de comedimento, é perdulária. - A caçula, esta sim! Tirou-lhe a casca cuidadosamente e o comeu com delicadeza” - concluiu finalmente o filho, já com certo interesse. - “Case com esta. É comedida e cuidadosa!” Este é apenas mais um conto oriental entre tantos outros, porém revela uma extraordinária verdade: é preciso cuidado, observação e informação no momento de uma escolha séria, se desejamos acertar. Sobretudo, carecemos da orientação do Pai celestial que “ensinará no caminho a escolher”.

 

“Quando você tem que fazer uma escolha e você não a faz, isto já é uma escolha”.

 

Houve no Oriente um jovem pastor que desejava encontrar uma jovem com qualidades ideais para se tornar uma boa esposa e também uma boa nora. É que com a partida da mãe a casa se tornou fria, triste e vazia… Ele saía todas as manhãs com o pai para o campo, só voltando tarde da noite. Tudo era tão sem calor! Cansados como estavam, eles tinham ainda de preparar a alimentação suficiente também para o dia seguinte. O moço conhecia na redondeza três simpáticas jovens que eram irmãs. Todas tão meigas e atraentes, que escolher uma delas lhe pareceu coisa difícil. Sem saber, então, qual das três deveria preferir, procurou o pai, homem de bem, e experimentado na vida - a fim de lhe pedir conselho a respeito do assunto. Depois de ouví-lo atentamente, o pai lhe disse: - “Filho, convide as três irmãs para virem lanchar aqui com você. Ofereça-lhes queijo para comer e repare bem de que maneira o cortam e depois conte-me com detalhes como foi que, certamente, poderei orientá-lo”. No dia seguinte, o jovem pastor procurou as moças e lhes fez o convite, que foi aceito prazerosamente. Após o lanche e a conseqüente retirada das garotas, o rapaz relatou ao pai o seguinte: - “A mais velha das três engoliu o queijo em poucos bocados e sem retirar a casca”. O pai, imediatamente, o advertiu, dizendo: - “Essa moça não serve, filho. Certamente será pouco cuidadosa nos trabalhos da casa; fará tudo apressadamente. Talvez não seja gastadeira, mas não revelará prazer e nem amor necessário à realização das tarefas”. - A segunda - continuou o moço - “tirou a casca do queijo, mas fê-lo com tanta pressa que junto com a casca se foi uma boa camada de queijo. - Também não serve. Além da falta de comedimento, é perdulária. - A caçula, esta sim! Tirou-lhe a casca cuidadosamente e o comeu com delicadeza” - concluiu finalmente o filho, já com certo interesse. - “Case com esta. É comedida e cuidadosa!” Este é apenas mais um conto oriental entre tantos outros, porém revela uma extraordinária verdade: é preciso cuidado, observação e informação no momento de uma escolha séria, se desejamos acertar. Sobretudo, carecemos da orientação do Pai celestial que “ensinará no caminho a escolher”.

 

“Quando você tem que fazer uma escolha e você não a faz, isto já é uma escolha”.

 

 

 

 

 

 

 

Houve no Oriente um jovem pastor que desejava encontrar uma jovem com qualidades ideais para se tornar uma boa esposa e também uma boa nora. É que com a partida da mãe a casa se tornou fria, triste e vazia… Ele saía todas as manhãs com o pai para o campo, só voltando tarde da noite. Tudo era tão sem calor! Cansados como estavam, eles tinham ainda de preparar a alimentação suficiente também para o dia seguinte. O moço conhecia na redondeza três simpáticas jovens que eram irmãs. Todas tão meigas e atraentes, que escolher uma delas lhe pareceu coisa difícil. Sem saber, então, qual das três deveria preferir, procurou o pai, homem de bem, e experimentado na vida - a fim de lhe pedir conselho a respeito do assunto. Depois de ouví-lo atentamente, o pai lhe disse: - “Filho, convide as três irmãs para virem lanchar aqui com você. Ofereça-lhes queijo para comer e repare bem de que maneira o cortam e depois conte-me com detalhes como foi que, certamente, poderei orientá-lo”. No dia seguinte, o jovem pastor procurou as moças e lhes fez o convite, que foi aceito prazerosamente. Após o lanche e a conseqüente retirada das garotas, o rapaz relatou ao pai o seguinte: - “A mais velha das três engoliu o queijo em poucos bocados e sem retirar a casca”. O pai, imediatamente, o advertiu, dizendo: - “Essa moça não serve, filho. Certamente será pouco cuidadosa nos trabalhos da casa; fará tudo apressadamente. Talvez não seja gastadeira, mas não revelará prazer e nem amor necessário à realização das tarefas”. - A segunda - continuou o moço - “tirou a casca do queijo, mas fê-lo com tanta pressa que junto com a casca se foi uma boa camada de queijo. - Também não serve. Além da falta de comedimento, é perdulária. - A caçula, esta sim! Tirou-lhe a casca cuidadosamente e o comeu com delicadeza” - concluiu finalmente o filho, já com certo interesse. - “Case com esta. É comedida e cuidadosa!” Este é apenas mais um conto oriental entre tantos outros, porém revela uma extraordinária verdade: é preciso cuidado, observação e informação no momento de uma escolha séria, se desejamos acertar. Sobretudo, carecemos da orientação do Pai celestial que “ensinará no caminho a escolher                                                                                                          

 

 

Eu sou o caminho ,e a verdade, e a vida.  Jo14:6a