quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

ESTEJA PRONTO


 

Era o dia 28 de junho de 1778, dois anos depois do início da guerra americana da Independência. Ao romper do dia dessa manhã de verão o exército britânico começou a marchar através de Nova Jersey.

O general George Washington, comandante das tropas americanas, ordenou a Charles Lee que atacasse o exército britânico em marcha, procurando atingi-Io pela retaguarda e pelos lados, e tratasse de destruir tudo que pudesse.

A coisa não deu certo nesse dia. Charles Lee demorou a pôr os seus soldados em movimento. Quando os americanos afinal estavam prontos para a batalha, esta parecia sem esperança. Quando o general Washington viu seus homens se retirando, correu à frente e assumiu o comando. Seu encontro com os ingleses se deu a apenas algumas centenas de metros adiante.

Washington precisava situar seus homens para uma batalha, mas não tinha conhecimento da natureza do terreno nos arredores. Não havia tempo de examinar os mapas. Ele precisava de informação agora. Haveria alguém que pudesse ajudá-Io?

- David Rhea diz que conhece a área muito bem, senhor.

- Envie-me David Rhea! - Washington ordenou.

Dentro de poucos minutos George Washington tinha toda a informação de que precisava. "Há uma ravina ali, e uma ponte mais além", ele disse. "Este morro é o mais alto dos arredores, e tem uma trilha que conduz para este lado. Mais além há um pomar com uma cerca, e poderia ser usado como proteção." Imediatamente o general Washington posicionou seus homens nos pontos certos. Três vezes os ingleses arremeteram contra os americanos por trás da cerca de proteção, mas não puderam tomá-Ia.

Durante toda a tarde os fuzis e os canhões troaram. Os americanos sustentaram suas posições e pela manhã os ingleses recuaram. O resultado desta batalha poderia ter sido muito diferente não houvesse um homem preparado para responder corretamente quando o general precisou de respostas certas.

Nós, como David Rhea, precisamos estar sempre prontos para ajudar nosso general. Nunca sabemos quando o Senhor precisará de nós, e que informações solicitará, as quais devemos conhecer.

Se Deus o chamar para alguma tarefa para Ele, você está pronto?

Está estudando fielmente a fim de estar preparado quando o momento chegar? Quando houver necessidade, estará você habilitado a dizer:

"Sim, Senhor, eu posso ajudar"?
 
   Prepara-te!  Ez 38:7

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Pipocas da Vida..



 Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre. Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira.

São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor.

Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre. Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos. Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo!

Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também. Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer.

Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM!

E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado. Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.

A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira. Deus é o fogo que amacia nosso coração, tirando o que nele há de melhor! Acredite que para extrairmos o melhor de dentro de nós temos que, assim como a pipoca, passar pelas provas de Deus.

Qual a distancia entre voce e Deus




 Não há como medir o tamanho de Deus. Ele não cabe na imensidão do Universo. Não existe um único lugar que seu Espírito não possa perscrutar. Não existe uma única pessoa que não mereça a sua atenção e seu amor. Ele é maravilhoso em seus planos e perfeito em suas obras.
Contudo, para muitos o Senhor está tão longe! E quando se está longe de Deus, Ele parece muito pequeno e fraco. Temperamental e vaidoso.

Ao se chegar, por exemplo, em um mirante de onde se pode avistar toda a cidade, podemos colocar edifícios de dezenas de andares entre dois dedos: o polegar e o indicador. O grande edifício fica pequeno, medindo centímetros. Assim também são as paisagens vistas de um avião. As pessoas ficam do tamanho de formigas, até mesmo desaparecem, as casas, as grandes construções e as largas avenidas também se tornam minúsculas.

Mas, à medida que nos aproximamos do pouso, as grandes edificações ficam enormes diante de nós, tudo é redimensionado. Assim acontece com o nosso relacionamento com Deus. Quanto mais próximos estamos Dele, mais experimentamos do seu poder, e da sua grandeza, vemos como somos pequenos e frágeis.

Qual é o tamanho de Deus para você? Qual o tamanho do poder de Deus para você? Dependerá da distância que você se encontra Dele.

A açeitação

 



As adversidades chegam quando menos esperamos. Elas não se anunciam, como as grandes tempestades ou os vulcões, elas aparecem, simplesmente. Nos pegam de assalto, nos deixam estáticos, sem reação.


E nós que pensávamos que certas coisas só aconteciam com os outros, sem nunca refletir que somos os outros de outros! Estamos sim, debaixo do mesmo céu, sujeitos às mesmas ventanias, aos mesmos vendavais, somos tão vulneráveis quanto quaisquer outros seres humanos.


Mas aprendemos que vida é luta e por isso lutamos. Utilizamos todas as armas colocadas à nossa disposição e com a permissão de Deus.


Deus!!! Ah, sim... nos lembramos dEle com mais freqüência. Todas as pessoas não possuem essa habilidade de cada manhã e cada noite chegar aos pés dEle para agradecer pela saúde, pela felicidade, por que tudo vai bem. Mas quando o mundo cai na nossa cabeça é como se descobríssemos essa verdade irrefutável: Deus existe!


E com o coração dolorido e cansados, continuamos lutando, fazemos nossa parte, tentamos segurar a vida até que nos sentimos impotentes e nos dizemos que nada mais há a fazer.


Seria preciso termos a paciência de Jó para esperarmos com a certeza que dias melhores virão.


Portanto, há ainda, com o sopro de vida, uma última esperança: a oração! Quando achamos que perdemos tudo, podemos ainda dobrar os joelhos para chegarmos à presença de Deus.


É difícil aceitar o sofrimento e a dor, mas a aceitação é o primeiro passo para melhor vivê-los, suportá-los e, quem sabe, vencê-los. Não somos assim tão diferentes dos outros, não possuímos casas construídas sobre rochas e somos vulneráveis, precisamos reconhecer isso antes de tudo. Somos humanos. Humanos e dependentes dAquele que nos criou.


Muitas vezes é necessário cairmos para que reconheçamos o quanto precisamos de uma mão; é preciso uma doença para aprendermos o valor da vida, para que saibamos o que significa união, como um balde de água fria na nossa cabeça que nos acorda e nos deixa mais atentos. Olhamos mais à nossa volta, percebemos que nossos sentimentos são mais sólidos e visíveis do que pensávamos, despertamos, talvez, para pessoas que estavam perfeitamente invisíveis aos nossos olhos.


A dor une muito mais que a felicidade, porque as pessoas procuram apoiar e se apoiar. E ela nos abre os olhos para Deus.


Não... tudo não está perdido! Mas nem sempre a solução é a que esperamos ou desejamos. É preciso que, com joelhos no chão e coração aberto possamos estar prontos para receber, não o que merecemos, mas o que precisamos, que seja a cura, a vida ou a consolação.


Jesus aceitou a cruz porque sabia que seria vitorioso. E que, hoje, possamos aprender com Ele a aceitar nossos fardos, não como castigos, mas como lições de vida, dessas que vamos descobrindo devagarinho, que doem, mas que nos levam adiante, sempre vitoriosos, porque sabemos que não carregamos sozinhos.




Letícia Thompson

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

O TRONCO E OS ESPINHOS






Será que a dor é tão insuportável?

Um Jovem rapaz sai de férias, no decorrer da viajem e o avião que ele voa cai em alto mar. Percebendo que é o único sobrevivente, o jovem pensa em como sobreviverá. Ele fica boiando e nadando por horas, a noite começa a pairar, e suas forças estão quase acabando, quando de repente um tronco de árvore lhe esbarra.



'Estou Salvo'!

Ele se agarra rapidamente e firmemente ao tronco e deixa que o tronco siga a correnteza até a praia. As horas passam, o dia começa a amanhecer e ele começa a sentir uma dor muito forte,

ele olha e vê que o 'tronco' está cheio de espinhos, que vão rasgando e penetrando na sua carne. Mas ao olhar a diante ele vê lá no fundo a praia. E agora? Se fosse você, o que faria? Largaria o tronco? Ou suportaria a dor até chegar à praia?


APLICANDO NA NOSSA VIDA


Todos nós dissemos: 'sim estou salvo’, (PARA SERVIR A JESUS SEM RESERVAS), quando encontramos a Igreja (O TRONCO), mas com o passar dos anos podemos começara ver (ESPINHOS), ou seja, falhas em nossos irmãos que nos machucam. E AGORA o que fazer? Largaria o tronco (A IGREJA DE JESUS CRISTO) por causa da imperfeição dos nossos irmãos? Ou suportaria a DOR (FALHAS DELES) até chegar à praia (O CÉUS) que Jesus nos promete?

Lembre-se sempre disso quando alguém magoar você. Ou deixar você triste. Lembrarmos de que eles são imperfeitos, e que constantemente erramos

Nos ajudará  a ver pontos positivos em nossos irmãos e suportaremos uns aos outros até o fim! E sempre colocaremos na melhor conta: Na conta do perdão!!


Perdoar é preciso e seremos perdoados por JESUS!!

Extraido

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

domingo, 11 de dezembro de 2011


O ENGANADOR

Na residência de um certo orador sacro de grande prestígio e renome, apareceu numa tardinha de domingo um gracioso cachorrinho preto. A turminha miúda da casa fez amizade imediata com o animal fujão.
Notaram logo que na cauda do cachorro destacavam-se três fios de pêlo bem branquinho. tornando-o assim diferente de tantos outros cachorrinhos da mesma cor e tamanho que havia por ali.

Logo na semana que se seguiu, um anúncio no jornal da cidade chamou a atenção daquele orador. Lia se o seguinte: "Quem souber do paradeiro de um cãozinho preto, pequeno..." E, entre outras características mencionadas no anúncio, acrescentaram: "possui três fios de pêlo branco na cauda. Favor comunicar-se com o dono no endereço..." O recado era bem completo e não deixava a menor dúvida.
Relatando alguns anos mais tarde esse acontecimento, o grande e notável orador expressou com visível pesar: "Na presença dos meus filhos, cuja personalidade estava se formando em cada um, eu separei aqueles três fios de pêlo branco dos demais e com uma pinça os arranquei fora. A obra do engano e da desonestidade parecia perfeita. Nada seria notado.

O dono do animal, no entanto, soube do paradeiro do cachorrinho em nossa casa e veio procurá-lo. Pertencia às suas crianças e elas o estimavam muito. Realmente, ele conservava a grande maioria das identificações descritas e, portanto, tinha quase tudo para ser reconhecido de imediato; assim, o dono já ia levá-lo, quando lhe chamei a atenção:
- Meu senhor, na publicação que fez no jornal estava destacado em negrito o fato de que seu animal possuía três fios de pêlo branco na cauda, não é verdade?
Diante do meu lembrete, o dono em vão tentou encontrá-los e, não os achando, foi obrigado a deixar o cão que reconhecia ser o seu.

Esse orador, torturado pelo remorso tardio, afirmou, concluindo a narração: "Nós ficamos com o cãozinho, mas eu perdi os meus filhos para mim e para Deus. Eles não confiavam mais naquilo que eu ensinava em meus sermões ou lhes dizia particularmente.
Tudo isso porque na sua presença não pratiquei aquilo que afirmava estar estruturada a minha fé, isto é a verdade e a honestidade".
Ef 4-27 Nem deis lugar ao diabo.
Nós damos lugar ao diabo em nossa vida quando, fazemos aquilo que desagrada a Deus.

Toda vez que você for fazer alguma coisa, veja primeiro se vai agradar a Deus.
 Se tiver duvidas não faça, pois a duvida é coisa do diabo.

SEJA UM ESPELHO DE CRISTO

Na residência de um certo orador sacro de grande prestígio e renome, apareceu numa tardinha de domingo um gracioso cachorrinho preto. A turminha miúda da casa fez amizade imediata com o animal fujão.
Notaram logo que na cauda do cachorro destacavam-se três fios de pêlo bem branquinho. tornando-o assim diferente de tantos outros cachorrinhos da mesma cor e tamanho que havia por ali.

Logo na semana que se seguiu, um anúncio no jornal da cidade chamou a atenção daquele orador. Lia se o seguinte: "Quem souber do paradeiro de um cãozinho preto, pequeno..." E, entre outras características mencionadas no anúncio, acrescentaram: "possui três fios de pêlo branco na cauda. Favor comunicar-se com o dono no endereço..." O recado era bem completo e não deixava a menor dúvida.
Relatando alguns anos mais tarde esse acontecimento, o grande e notável orador expressou com visível pesar: "Na presença dos meus filhos, cuja personalidade estava se formando em cada um, eu separei aqueles três fios de pêlo branco dos demais e com uma pinça os arranquei fora. A obra do engano e da desonestidade parecia perfeita. Nada seria notado.

O dono do animal, no entanto, soube do paradeiro do cachorrinho em nossa casa e veio procurá-lo. Pertencia às suas crianças e elas o estimavam muito. Realmente, ele conservava a grande maioria das identificações descritas e, portanto, tinha quase tudo para ser reconhecido de imediato; assim, o dono já ia levá-lo, quando lhe chamei a atenção:
- Meu senhor, na publicação que fez no jornal estava destacado em negrito o fato de que seu animal possuía três fios de pêlo branco na cauda, não é verdade?
Diante do meu lembrete, o dono em vão tentou encontrá-los e, não os achando, foi obrigado a deixar o cão que reconhecia ser o seu.

Esse orador, torturado pelo remorso tardio, afirmou, concluindo a narração: "Nós ficamos com o cãozinho, mas eu perdi os meus filhos para mim e para Deus. Eles não confiavam mais naquilo que eu ensinava em meus sermões ou lhes dizia particularmente.
Tudo isso porque na sua presença não pratiquei aquilo que afirmava estar estruturada a minha fé, isto é a verdade e a honestidade".  
Os olhos do Senhor está por toda parte.

sábado, 10 de dezembro de 2011


NÃO É SÓ FALAR.... MAS AGIR

Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:
- Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.

- Você está certo – responde a velha senhora – nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.

Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.

Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.

Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos ‘descartáveis’ e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não   possível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não queira abrir mão de nada e não pense em viver um pouco como na minha época?
Texto recebido por email…



O AMOR TUDO SUPORTA

Há muito tempo atrás, um casal de velhinhos que não tinham filhos morava em uma casinha humilde de madeira, tinham uma vida muito tranqüila, alegre, a qual ambos se amavam muito, eram felizes. Até que um dia aconteceu um acidente com a senhora.
Ela estava trabalhando em sua casa quando começa a pegar fogo na cozinha e as chamas atingem todo o seu corpo, o esposo acorda assustado com os gritos e vai a sua procura, quando a vê coberta pelas chamas imediatamente tenta ajuda-la e o fogo também atinge seus braços e mesmo em chamas consegue apagar o fogo.

Quando chegaram os bombeiros já não havia mais fogo apenas fumaça e parte da casa toda destruída. Levaram rapidamente o casal para o hospital mais próximo, onde foram internados em estado grave.
Após algum tempo aquele senhor menos atingido pelo fogo saiu da UTI e foi ao encontro de sua amada. Ainda em seu leito a senhora toda queimada, pensava em não viver mais, pois estava toda deformada, as chamas  queimaram todo o seu rosto.
Chegando no quarto de sua senhora, logo ela foi falando:
- Tudo bem com você meu amor?
Sim respondeu ele, pena que o fogo atingiu os meus olhos e eu não posso mais enxergar, mas fique tranqüila amor que a sua beleza esta gravada em meu coração para sempre.
Então triste pelo esposo, disse-lhe:
- Deus vendo tudo o que aconteceu meu marido, tirou-lhe as vista para que não se presencia esta deformidade em que eu fiquei. As chamas queimaram todo o meu rosto e estou parecendo um monstro.
Passando algum tempo recuperados, voltaram para casa onde ela fazia tudo para seu querido esposo e ele todos os dias dizia-lhes, como eu te amo!   E assim viveram 20 anos até que a senhora veio a falecer. No dia de seu enterro quando todos se despediam então veio aquele senhor sem seus óculos escuro e com sua bengala nas mãos, chegou perto do caixão, beijando o rosto e acariciando sua amada disse em um tom apaixonante:
- Como você é linda meu amor eu te amo muito.
Ouvindo e vendo aquela cena um amigo que esta ao lado perguntou se o que tinha acontecido era um milagre, e olhando nos olhos dele o velhinho apenas falou:
-Nunca estive cego, apenas fingia, pois quando há vi toda queimada sabia que seria duro para ela continuar vivendo daquela maneira. Foram vinte anos vivendo ambos muito felizes e apaixonados!!!
Sãos os olhos a lâmpada do corpo. Se os teus olhos forem bons,todo o teu corpo será luminoso. Mt 6-22

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011


O PÉ DE ABACATE

Havia no meu quintal um abacateiro que produzia pouquíssimos frutos.Por acreditar que uma árvore frutífera precisa ser produtiva, pedi a Deus que abençoasse aquele abacateiro permitindo-lhe frutificar bastante.


A florada aconteceu e o abacateiro se encheu de centenas de frutinhos.Quando eles já estavam grandes, para surpresa minha, o galho central, com 70 abacates, quebrou.Um outro galho também, por não suportar o peso, acabou caindo, levando tantos outros frutos.

Fiquei perplexo!

Deus havia permitido que o abacateiro ficasse recheado de frutos e logo depois quebrasse, sem que eu os proveitasse. Por quê? Busquei no Senhor e compreendi que nem sempre temos estrutura para suportar o tamanho da bênção que pedimos a Deus. Por isso, muitas vezes precisamos esperar algum tempo para recebê-la. Ela só virá quando nossa vida estiver profundamente enraizada no terreno fértil da fé em Jesus Cristo, enrijecida pela leitura constante da Palavra de Deus, fortalecida pela seiva da oração e produzindo os frutos abundantes da presença de Deus em nós.

Assim, na certeza de que a glória não é nossa, mas do Senhor Jesus, não sucumbiremos ao volume da bênção. Que Deus fortaleça nossa vida e nos ensine a firmá-la em seus propósitos eternos, a fim de que, submissos ao seu querer, estejamos preparados para abençoar e ser abençoados.

“Por isso, não desanimamos; pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo, o nosso homem interior se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação, não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.”

2º Coríntios 4: 16 ao 18.


Autora: Cely Pereira Gonçalves

quinta-feira, 17 de julho de 2014

UM GRANDE DIA

 Sua atitude determina o tempo de sua adversidade. A história abaixo descreve esta verdade. “Quando Jeb era criança, sua mãe o acordava todos os dias às 5 e meia da manhã dizendo: “Jeb, hoje será um grande dia!”. Mas não era isso o que o garoto queria ouvir àquela hora da manhã. Sua tarefa diária era levantar, ir até o quintal e pegar carvão para colocar na caldeira de casa. Ele odiava fazer aquilo. Certo dia, quando sua mãe chegou e disse “hoje vai ser um grande dia” ele simplesmente lhe disse: _ Não, mãe. Hoje será um dia horrível. Estou cansado. A casa está fria e eu não quero me levantar e pegar o carvão. É um dia miserável! _Meu amor _ disse a mãe _ eu não sabia que você estava se sentindo assim. Por que você não volta para a cama e dorme um pouco mais? Jeb pensou que tinha encontrado uma mina de ouro. Por que não pensei nisso antes?, perguntou a si mesmo. Ele acordou duas horas depois. A casa estava aquecida e ele podia sentir o cheiro do café pronto. Pulou da cama, vestiu rapidamente suas roupas e correu para a mesa da cozinha. _ Puxa, estou com uma fome! _ disse ele. _ Estou bem descansado e o café já está pronto. Isto é incrível! _ Filhinho _ disse a mãe _ você não poderá comer nada hoje. Lembra-se do que falou, que seria um dia horrível? Como sua mãe, vou me esforçar para tornar seu dia o mais horrível possível. Agora volte para o seu quarto e fique lá o resto do dia. Você está proibido de sair e não terá nada para comer. Vejo você novamente amanhã, à 5h30. Jeb voltou desanimado para seu quarto e se deitou. Ainda conseguiu dormir por mais uma hora, mas isso era tudo o que ele conseguia dormir. Passou o dia caminhando pelo quarto, ficando cada vez mais esfomeado. Quando finalmente escureceu, ele voltou para a cama e tentou dormir. Levantou-se horas antes do amanhecer e se vestiu. Estava sentado à beira da cama quando sua mãe abriu a porta às 5h30. Antes que ela dissesse qualquer coisa, Jeb pulou e disse: _ Mamãe, hoje será um grande dia! O que foi verdade para Jeb também é para nós. Você pode mudar sua atitude. Pode ser que não consiga mudar outras coisas relativas a você, mas definitivamente é capaz de transformar sua atitude em algo mais positivo. Se tentar, logo descobrirá que a mão que pode lhe ajudar está na ponta de seu braço”.          
   
 Extraído:  Pastor Josenilton Pinheiro