sábado, 12 de outubro de 2013

PODEMOS FAZER A DIFERENCA


 A professora Teresa conta que no seu primeiro dia de aula parou em frente aos seus alunos da 5ª série primária e, como todos os demais professores, lhes disse que gostava de todos por igual.

No entanto, ela sabia que isto era quase impossível,  já que na primeira fila estava sentado um garoto chamado Ricardo.

Ela, aos poucos, notava que ele não se dava bem com os colegas de classe e muitas vezes suas roupas estavam sujas e cheiravam mal. Houve até momentos em que ela sentia um certo prazer em lhe dar notas vermelhas ao corrigir suas provas e trabalhos.

Ao iniciar o ano letivo, era solicitado a cada professor  que lesse com atenção a ficha escolar dos alunos, para tomar conhecimento das anotações. Ela deixou a ficha de Ricardo por último. Mas quando a leu foi grande a sua surpresa...

Ficha do 1º ano: “Ricardo é um menino brilhante e simpático. Seus trabalhos sempre estão em ordem e muito nítidos. Tem bons modos e é muito agradável estar
Local perto dele.”

Ficha do 2º ano: “Ricardo é um aluno excelente e muito querido por seus colegas, mas tem estado preocupado com sua mãe que está com uma doença grave e desenganada pelos médicos.  A vida em seu lar deve estar sendo muito difícil.”

Ficha do 3º ano: “A morte de sua mãe foi um golpe muito duro para Ricardo.Ele procura fazer o melhor, mas seu pai não tem nenhum interesse e logo sua vida será prejudicada se ninguém tomar providências para ajudá-lo.”

Ficha do 4º ano:“Ricardo anda muito distraído e não mostra interesse algum pelos estudos. Tem poucos amigos e muitas vezes dorme na sala de aula.”

Ela se deu conta do problema e ficou terrivelmente envergonhada... E ficou pior quando se lembrou dos lindos presentes de Natal que ela recebera dos alunos, com papéis coloridos, exceto o de Ricardo, que estava enrolado num papel de supermercado.

Lembrou que abriu o pacote com tristeza, enquanto os outros garotos riam ao ver que era uma pulseira faltando algumas pedras e um vidro de perfume pela metade.

Apesar das piadas ela disse que o presente era precioso e pôs a pulseira no braço e um pouco de perfume sobre a mão. Naquela ocasião Ricardo ficou um pouco mais de tempo na escola do que o de costume. Relembrou, ainda, que ele lhe disse:  - A senhora está cheirosa como minha mãe!

E, naquele dia, depois que todos se foram,  a professora chorou por longo tempo... Em seguida, decidiu mudar sua maneira  de ensinar e passou a dar mais atenção aos seus alunos, especialmente a Ricardo.

Com o passar do tempo ela notou que o garoto só melhorava. E quanto mais ela lhe dava carinho e atenção, mais ele se animava. Ao finalizar o ano letivo, Ricardo saiu como o melhor da classe. Seis anos depois, recebeu uma carta de Ricardo contando que havia concluído o segundo grau e que ela continuava sendo a melhor professora que tivera.

As notícias se repetiram até que um dia ela recebeu uma carta assinada pelo Dr. Ricardo Stoddard, seu antigo aluno, mais conhecido como Ricardo. Mas a história não terminou aqui... Tempos depois recebeu o convite de casamento e a notificação do falecimento do pai de Ricardo. Ela aceitou o convite e no dia do casamento estava usando a pulseira que ganhou de Ricardo anos antes, e também o perfume.

Quando os dois se encontraram, abraçaram-se por longo tempo e Ricardo lhe disse ao ouvido: “Obrigado por acreditar em mim e me fazer sentir importante, demonstrando-me que posso fazer a diferença.” E com os olhos banhados em lágrimas sussurrou: “Engano seu! Depois que o conheci aprendi a lecionar e a ouvir os apelos silenciosos que ecoam na alma do educando.

Mais do que avaliar as provas e dar notas, o importante é ensinar com amor mostrando que sempre é possível fazer a diferença...”
  Amaras o teu proximo como a ti mesmo  Mt22:39b
 

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

O PORCO ESPINHO







Porque o Filho do homem veio buscar e salvar quem está perdido. Lucas 19:10.

Piney apresentou-se à família Vennont, batendo no focinho do cachorro da casa com seus espinhos. O pequeno porco-espinho órfão foi imediatamente adotado, recebendo uma casa de caixa de papelão para morar e servido com alface e plantas silvestres que os porcos-espinhos gostam de comer.
Mas essa "almofadinha de alfinetes", quase morrendo de fome, recusava-se a comer ou dormir. Ele nem mesmo olhava para seu alimento; sua única resposta para sua nova família era virar as costas para eles, eriçar-se e simplesmente desafiar qualquer um que o tocasse. O pequeno espinhudo estava tão ocupado se defendendo, que não comia; de modo que foi alimentado à força com uma mistura de leite, mel e uma pitada de sal. Essa tortura exigiu que seus pais adotivos vestissem blusas de couro e luvas de esquiar, para segurá-Ia sem ficarem feridos com os espinhos, e a maior parte do leite acabava por cima dele e da pessoa que o alimentava.
Após vários dias de trabalho com esse animalzinho insubordinado, a filha da casa teve uma idéia. Parecia para a menina que esse porco-espinho simplesmente sentia falta de sua mãe e da segurança de um tronco aquecido. Assim, ela preparou uma caixa de papelão no formato de um tronco oco onde gentilmente colocou o bicho. Então pôs um pequeno aquecedor ao lado da caixa. Mas foi seu toque final que realmente resolveu o problema. Ela deu um ursinho de pelúcia para o animalzinho.
Depois de alguns instantes, a família deu uma olhada para dentro do "tronco oco" e lá estava Piney, juntinho do ursinho, dormindo - seu primeiro sono em uma semana. Logo Piney começou a comer voluntariamente, e até se tornou um animal de estimação, muitas vezes passeando nos ombros de um dos membros da família. Piney ficou com essa família por um ano, aproximadamente, e então voltou para a mata a fim de desfrutar a vida natural de um porco-espinho.
Estou muito contente porque meu Pai Celestial tanto nos amou que enviou Jesus, que nos achou quando estávamos perdidos e nos providenciou um lugar tão confortável e seguro junto dEle. E você, não está contente também?

































FACA A PROVA




"Oh! provai, e vede que o Senhor é bom." Sal. 34:8

- Amanhã recolherei o trabalho de vocês sobre ciências - disse o Prof. Burke. - Não esqueçam de fazer o experimento.
- Lá se vai minha tarde! - lamentou Bárbara no caminho para casa. - Eu gosto de fazer experiências, mas detesto escrevê-Ias.
- Eu também - respondeu Ellen com simpatia. - Há muito que escrever. Não sei por que a gente tem de escrever tanto.
- Antes de mais nada - continuou Bárbara - eu gostaria de saber quem inventou todos esses experimentos de ciência.
- Bem, eu não sei - disse Ellen - mas deve ter sido algum professor cientista.
Errado. Na verdade foi um funcionário do governo inglês, na cidade de Londres, ha uns 400 anos. Frances Bacon, nascido neste dia, em 1561, foi um dos mais antigos influentes campeões do método experimental de solucionar problemas.
Ele cria que mundo do conhecimento científico da Idade Média era falso porque o povo não explorava os fatos. Ele escreveu que o homem poderia descobrir a verdade mediante experimentação e observação cuidadosa. Insistia em que certos passos deviam ser seguidos antes que uma conclusão fosse alcançada. Ele ajudou a preparar o caminho para os experimentos de laboratório atualmente.
O homem moderno não deseja aceitar coisa alguma como fato concreto antes que seja testada e provada. Esta a razão de muitos jovens abandonarem a Deus. Eles dizem: "Como posso provar que Deus existe?" A resposta é simples: faça a prova!
Não, você não pode pôr a Deus num tubo de ensaio e analisá-Lo no laboratório. Todavia, você pode prová-Lo em sua própria vida. E isto é o que Ele deseja que você faça: "Faça a prova e veja."
Ouvir outros falarem sobre o que eles experimentaram não resolve para você. Você precisa fazer a prova pessoalmente.
Aqui está um dos experimentos. Há mais de 3.000 promessas na Palavra de Deus. Leia a sua Bíblia com todo o cuidado verificando essas promessas. Quando você descobrir que uma delas se ajusta a suas necessidades, escreva-a num papel.
Então peça a Deus que faça por você exatamente aquilo que Ele disse nessa promessa que faria. E veja então o que acontece! Suas orações respondidas serão provas suficientes de que Deus existe.

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domingo, 6 de outubro de 2013

O QUE TE ASSUSTA

"Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer" (João 15:5).

"Nosso maior temor não é o de sermos fracos. Nosso maior temor é o de sermos poderosos em demasia. É nossa luz, não nossa escuridão, que mais nos assusta." (Nelson Mandela)

O poder nos afasta da humildade. Ele nos enche de presunção e vaidade e, quase sempre, nos afasta de Deus. Cremos que não dependemos de ninguém, que não precisamos de ninguém, que somos auto-suficientes e, por vezes, invencíveis. Mas, quanto mais fortes nos julgamos, mais fracos nós somos. Quanto mais prepotentes nos tornamos, mais necessitados passamos a ser. Quanto mais ignoramos ao Senhor, mais dEle dependemos.

A força que o mundo oferece nada mais é do que total fraqueza diante de Deus. A abundância que parece existir no mundo não passa de escassez diante do Senhor. O tudo do mundo é nada para os que não tem Jesus no coração. Ele sim é força, poder, abundância, alegria e felicidade.

Os valores cristãos são diferentes dos valores do mundo. Se queremos ser fortes, devemos ser fracos. Se queremos ser os maiores, devemos ser os menores. Se queremos estar na frente, devemos nos colocar atrás.

É Cristo quem nos exalta e não nós mesmos. É o Senhor quem nos garante a vitória e não os nossos esforços. É o Senhor quem nos leva ao Céu -- não podemos seguir sem ele.

Ele pagou o preço de nossos pecados e, por isso, não somos mais devedores. É a santidade dEle que nos torna santos. É nEle que somos feitos filhos de Deus... tão somente nEle!

Quando nos colocamos diante do altar de Deus e permanecemos no centro de Sua vontade, não nos assustamos com a escuridão ou com a luz. Com Ele não existe escuridão e toda a luz vem dEle.

Ele é tudo em nós. Nada podemos fazer sem Ele e nada queremos fazer sem Ele.

Bruno  Barbosa

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

A FONTE DE AGUA VIVA



“A água que Eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna." João 4.44.

"Encontramos uma maravilhosa fonte de água. Pessoas idosas que bebem desta água, ficam jovens. Jovens que dela bebem jamais envelhecem." Ponce de Leon, governador de Porto Rico, ficou interessado. "Onde fica essa maravilhosa fonte?" ele indagou.
"Fica na Ilha de Bimini." "Mas onde fica Bimini?" Ninguém parecia saber. Assim em 1513, ponce de Leon saiu de navio a fim de procurar a fonte por si mesmo.
Logo ele viu o horizonte da costa da Flórida e aportou perto do que é agora Santo Agostinho. No dia 8 de abril ele tomou posse da terra em nome do rei da Espanha.
Avidamente ele saiu à procura da miraculosa fonte. Explorou quilômetros e quilômetros de costa na busca da fonte da água doadora de vida. Bebeu de toda fonte que achou, esperando encontrar a água mágica, mas tudo resultou um desapontamento.
Você gostaria de descobrir semelhante fonte? Quão estupendo seria beber dessa fonte, nunca mais ter os cabelos embranquecidos, não ver cair os dentes, nem ter a pele enrugada! Que alegria ser sempre jovem!
"Impossível!" você exclamará. "Não existe nenhuma fonte de eterna juventude. Não passa de uma bela lenda." Errado! Há uma fonte de água doadora de vida. Ponce de Leon apenas foi ao lugar errado.
Jesus falou dessa fonte sentado junto ao poço de Jacó. Ele deixou espantada a samaritana quando disse: "Aquele, porém, que beber da água que Eu lhe der, nunca mais terá sede, para sempre; pelo contrário, a água que Eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna. " Vida eterna - eterna juventude, bastando que você a peça. É sua desde que aceite a Jesus como seu Salvador. Quando Ele vem ao seu coração, traz consigo a Água da Vida.
Se você beber agora dessa água, pode estar certo de que um dia, quando Jesus voltar, Ele o levará para uma terra onde você jamais envelhecerá, onde nunca experimentará a dor, ou doenças, ou a queda dos dentes, ou enrugamento da pele. Será uma terra de eterna juventude, de eterna felicidade e alegria.


Não gostaria de beber da Água da Vida hoje?

A DECISÃO É SUA





"Oferecei-vos a Deus ... e os vossos membros ... como instrumentos de justiça."  Romanos 6.13.

Appomatox Courthouse era em 1865 uma vila sonolenta, pequena, com poucas casas, uma loja, uma cadeia vazia, e o tribunal. Próximo ao tribunal ficava a casa de tijolos vermelhos de Wilmer McClean.
No domingo da manhã de 9 de abril o Sr. McClean estava caminhando ao longo da estrada perto do tribunal quando viu cinco cavaleiros se aproximando.
"Estamos vindo para ajudar o general Lee. Uma importante reunião deverá realizar-se, e precisamos de uma casa. Sabe de uma?"
O Sr. McClean levou-os a uma casa vazia nas proximidades. "Esta não serve", um dos oficiais disse com impertinência. "Deve haver uma melhor aqui na vila."
"Minha casa fica a apenas uma pequena distância daqui", o Sr. McClean disse gentilmente. Duvido que possa haver lugar melhor nesta vila." "Obrigado. Queira fazer a gentileza de nos levar até lá."
Foi assim que os generais Robert E. Lee e Ulisses S. Grant sentaram-se em torno de uma mesa na sala de visitas do Sr. McClean para
discutir a rendição do Sul e o fim da Guerra Civil.
Que história não tinha agora o Sr. Wilmer McClean para contar a
seus netos! Que eletrizante coisa saber que ele tivera uma pequena
parte no final da Guerra Civil!
Jesus um general maior do que Lee ou Grant está pedindo entrada em seu lar e coração no dia de hoje. Ele quer pôr um fim a suas lutas com
o pecado.
Jesus Cristo gostaria de negociar uma rendição do seu coração hoje. Você vai deixá-Lo entrar?
Talvez você esteja perguntando: "Como posso entregar minha vida a Deus? Você gostaria de entregar-se a Ele, mas é fraco em poder
moral, é escravo da dúvida, é controlado por hábitos de uma vida de
pecado. Você é incapaz de controlar os seus pensamentos, impulsos,
afeições. O que você precisa é conhecer a verdadeira força de vontade. Este é o poder dominante na natureza do homem, o seu poder de decisão ou de  escolha.
Você é mais ou menos como o Sr. McClean em Appomatox Courthouse. Ele não podia pôr fim à guerra, mas podia abrir sua casa e permitir que se desse a rendição
. Você pode fazer o mesmo hoje.