quarta-feira, 10 de maio de 2017

FAÇA O BEM SEM OLHAR A QUEM

A Recompensa da Liberalidade O generoso será abençoado, porque dá do seu pão ao pobre. Prov. 22:9. Muito tempo atrás, um rapaz que estava viajando para a região Oeste dos Estados Unidos chegou a uma fazenda e pediu uma acomodação onde pudesse passar a noite. O proprietário recebeu-o com boa vontade. Pouco depois, outro viajante e sua esposa pararam e perguntaram se poderiam pernoitar ali. O jovem marido, que sofria de tuberculose, explicou que tinha somente quatro dólares para pagar o alojamento. O fazendeiro convidou-os a entrar e disse que não cobraria nada pelo pernoite. O primeiro rapaz, sentindo pena do viajante enfermo, ofereceu-lhe sua cama e disse que dormiria no celeiro, o que ele realmente fez. Na manhã seguinte, quando o homem doente e sua esposa estavam partindo, o fazendeiro colocou 100 dólares na mão dele e disse que os usasse, sem preocupar-se no caso de não poder devolvê-los.Vinte anos se passaram. O primeiro rapaz viajava perto da fazenda onde havia pernoitado tantos anos atrás e decidiu ver se o proprietário ainda morava no mesmo lugar. Morava. Enquanto recordavam aquele dia, outro visitante bateu à porta. Por uma dessas coincidências únicas na vida, era o outro viajante! Havia recuperado a saúde, e a fortuna lhe havia sorrido. Tomara conhecimento, recentemente, de que seu generoso anfitrião havia sofrido sérios reveses financeiros. Estava passando por ali para pagar a generosidade dele. - Amigo - disse ele ao fazendeiro - você me deu 100 dólares quando eu estava necessitado, e agora quero pagar-lhe 100 dólares para cada dólar que me deu. Bem que eu gostaria de saber os nomes das pessoas dessa história, mas não sei. Tudo o que sei é que ela foi "contada pelo rapaz que chegou primeiro àquela casa de fazenda". A generosidade tem as suas recompensas, até mesmo nesta vida. Jesus disse: "Dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão." S. Luc. 6:38. Mas não espere que sempre aconteça dessa maneira. Seja generoso porque isso faz parte da regra áurea - e espere bênçãos espirituais, não materiais.

Pastor preguiçoso

Havia um pastor episcopal que era muito preguiçoso e há muito tempo já havia desistido de preparar os seus sermões. Sua congregação era de pessoas de pouco cultura, Ele tinha o dom da oratória, de modo que era muito fácil para ele pregar sem qualquer preparação. Além de preguiçoso, ele também era muito piedoso, de modo que racionalizava sua preguiça como muitas vezes os piedosos fazem. Ele fez um voto muito solene: jamais voltaria a preparar os seus sermões, falaria de improviso e confiaria que o Espírito Santo lhe daria o que falar. Por alguns meses, tudo correu muito bem. Certo dia, faltando 10 minutos para as 11 horas, na manhã de domingo, um pouco antes de o culto começar, quem entra pela porta da igreja? O bispo. Era uma visita de surpresa. Ele sentou-se num dos bancos. O pastor ficou imaginando o que deveria fazer. Não havia preparado o seu sermão. Pensou que podia enganar a congregação, mas sabia que não conseguiria enganar o visitante. Ele foi até ao bispo, cumprimentou-o e lhe disse: “Acho que devo explicar-lhe uma coisa. Alguns anos atrás eu fiz um voto de que nunca iria preparar os meus sermões, mas confiaria no Espírito Santo”. “Está tudo bem”, disse o bispo, compreendendo muito bem a situação. O culto começou, mas, no meio do sermão, o bispo levantou-se e saiu. Quando o culto terminou, o pastor foi para o vestíbulo da igreja. Encontrou sobre a mesa um bilhete com a letra do bispo e nele estava escrito o seguinte: “Eu te absolvo do teu voto”.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Qual deles voce e: porco ou ovelha




Era uma vez um bom pastor de ovelhas que tinha poucas ovelhas e, cansado de ver seu aprisco tão vazio, tinha pressa em aumentar o rebanho. Ele sabia que podia cuidar muito bem de uma quantidade maior de ovelhas, mas, não havia ovelhas disponíveis para adquirir naquela região. Foi quando alguém o convenceu de uma estranha teoria: “Se você batizar um porco e o ensinar a viver como ovelha, com o tempo, ele se torna uma ovelha”. Então, o pastor de ovelhas passou também a cuidar de porcos. No começo ele quase desistiu, mas, como era um sujeito determinado, insistiu.
Brigou. Bateu. Xingou. Pediu. Implorou. Manipulou. Motivou. Desafiou. Presenteou. Reforçou o comportamento positivo. Premiou. Brigou. Bateu. Xingou. Mas, aqueles bichos era realmente rebeldes e sempre insistiam em voltar para a lama logo após o banho diário que ele lhes dava.
O pastor tinha que ficar à porta do mangueirão com um pedaço de pau batendo no lombo dos bichos para os obrigar a ir pastar os pastos verdejantes e a beber as águas tranqüilas junto com as ovelhas:
- Agora vocês não são mais porcos, dizia ele, agora vocês são ovelhas; comportem-se como tal.
Sem perceber, passou a dedicar a maior parte do seu tempo tentando manter os bichos na linha.
E as ovelhas acabaram ficando em segundo plano. Sem cuidados pastorais, estressadas com a companhia dos porcos que viviam a perturbá-las, elas deixaram de se alimentar e de se reproduzir e, aos poucos, foram se acabando. Meses depois, com exceção de uma ou outra ovelha que viviam por ali, tristes, isoladas, só havia porcos naquela propriedade. O pastor de ovelhas transformara-se em pastor de porcos. Acabou desistindo de ensinar aos porcos o comportamento que se espera de uma ovelha e fazia de conta que não estava vendo seu “redil” chafurnado na sujeira. Os porcos, sempre com medo de levar umas pauladas nos lombos, cada vez que viam o pastor por perto voltavam de fininho aos pastos verdejantes. Mas, só por uns minutinhos.

Autoria: Pr Ronaldo Alves Franco

Se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.
II Coríntios 5.17 E VOCE É PORCO OU OVELHA? REFLITA..


quarta-feira, 20 de julho de 2016

A teimosia






Durante uma noite escura e nublada, um grande navio de guerra navegava nas águas do mar. O marinheiro observou um feixe de luz que vinha em direção ao poderoso navio. Percebendo que os dois iriam se chocar, caso um deles não mudasse sua rota, o marinheiro avisou a seu capitão sobre a situação perigosa.

O capitão do grande navio confirmou que a colisão era certa e mandou a seguinte mensagem para o navio que estava à sua frente: "Altere o seu curso 10 graus à sua esquerda.”.

Logo depois chegou a resposta: "Você vire à sua esquerda por 10 graus.”.

Isso deixou o capitão bastante irritado e, apesar de os dois navios estar cada vez mais próximo, ele mandou outra mensagem: "Eu sou Almirante! Vire 10 graus à sua esquerda.”.
Uma nova resposta chegou quase que imediatamente: "Eu sou um simples marinheiro. Vire 10 graus à sua esquerda!”.

Aquilo tinha sido o bastante. Completamente indignado, o capitão já estava pensando no Tribunal Militar quando resolveu mandar sua última ordem com uma ameaça: "Eu sou um navio de guerra de 200.000 toneladas. Vire 10 graus à sua esquerda ou eu vou passar por cima de você!”.

A resposta chegou de imediato: "Eu sou um farol. Vire 10 graus à sua esquerda!".

Muitas pessoas são como o capitão daquele navio. Tudo aquilo que pareça ser um impedimento para que seus desejos e planos se realizem irá receber a mesma mensagem: "Saia do meu caminho. Eu vou fazer o que quero, ir para onde eu quero, falar o que eu quero, e viver da maneira que eu quero. Se não gostar ou aprovar, não me importa. Vou passar por cima de quem estiver na frente."

Mas Jesus Cristo ainda é o Farol!

Se sua vida não segue o caminho de Cristo, algo terá que ser modificado, e não será do lado de Deus. Cristo afirmou a respeito de si mesmo: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai a não ser por meio de mim.” (João 14:6).

sexta-feira, 22 de abril de 2016

COMO VENCER O DESÂNIMO

(Autor desconhecido)

Num museu norte-americano existe uma picareta corroída e velha que pertenceu a um pesquisador de ouro. Ele tinha chegado à conclusão de que em certo lugar havia um filão de ouro. Durante anos trabalhou sem descanso para localizar o tesouro escondido.

Finalmente, desanimado, atirou a picareta que se enterrou no solo e comentou: "Este é o fim", e abandonou o trabalho. Passados anos descobriu-se um filão de ouro a quatro metros da picareta abandonada. Entretanto, o explorador morrera e a picareta jazia quase desfeita. Tivesse combatido o desânimo, seria rico.

O desalento não é apenas fruto da nossa época. Há muitos séculos o rei Davi sentiu-o, mas soube vencê-lo: "Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, na salvação da sua presença" ( Salmo: cap. 42, verso 05 ). Os seus inimigos diziam-lhe constantemente: Onde está o seu Deus? Quando começou a olhar para o alto, alcançou a paz de Deus para a sua alma perturbada.

Se Davi encontrou ajuda, também nós no século XX a podemos encontrar. Deus tem um plano para você. A Bíblia nos afirma que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus. Quando você atravessar águas profundas na vida espiritual, em busca da vontade de Deus, lembre-se de que as estrelas só brilham de noite. Às escuras é que se aprecia a sua beleza. Saiba como vencer o desânimo, num processo de intimidade com Cristo Jesus. .



segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

A BUSSOLA DE DEUS





Puxem a âncora! - gritou o alto e loiro norueguês na direção do vento oeste que lhe açoitava a túnica de couro com que estava vestido e ameaçava lançá-lo ao mar.
O jovem capitão do navio Viking agarrou o forte timão de carvalho e fincou firmemente os pés no convés de vinte e sete metros.
- Levante a vela.
O capitão Bjarni Herjulfson olhava com orgulho como os marinheiros erguiam a única vela retangular de listras vermelhas e brancas e a prendiam no meio do mastro, com cordas de couro. Ele respirou aliviado quando o vento estufou o velame, impedindo que o seu barco fosse tirado da proteção do golfo norueguês e lançado nas agitadas águas do Mar do Norte.
- É loucura iniciar uma viagem para a Groenlândia no meio de uma tempestade de inverno - disse o imediato que estava perto de Bjarni, agarrando-se nas cordas para não cair. - Olhe para aquelas ondas!
- Olhe para a vela - disse Bjarni. - Veja como está estufada! Nessa velocidade chegaremos à Groenlândia em metade do tempo!
- Se conseguirmos chegar lá, naturalmente - disse o imediato.
Depois de três dias de ventos fortes, um intenso nevoeiro desceu sobre o mar. A vela vermelha e branca pendia desanimada depois de eles terem vagado muitos dias pelo nevoeiro tão denso que não lhes foi permitido ver o Sol durante o dia nem as estrelas à noite. Sem o Sol e as estrelas para orientá-los, eles se perderam, pois naqueles dias não havia nem radar nem bússola. Quando, finalmente, o nevoeiro desapareceu, eles estavam perto de Terra-Nova, bem ao sul de seu destino.
De certa forma, você e eu nos assemelhamos a Bjarni. Este ano estende-se diante de nós como um vasto e desconhecido oceano. As condições do mundo e das circunstâncias de nossa vida caem sobre nós como um denso nevoeiro. Não nos resta nenhuma escolha senão ser levados pela correnteza, aceitando o que este ano traz de bom ou ruim?

Não! Ao contrário de Bjarni, temos uma bússola para guiar-nos - a Palavra de Deus, a Bíblia. Assim como a agulha da bússola sempre aponta para o norte, assim a Palavra de Deus nos indica a direção certa do Céu. Esteja certo de levar uma bússola este ano, lendo-a diariamente.
Extraido


Todos os seus mandamentos sao fieis   Sl 111: 8

ESCOLHA QUE LIBERTA




Aconteceu há quase cem anos. Depois de 322 anos sob o domínio dos reis de Portugal e 67 anos governado por dois imperadores (D. Pedro I e D. Pedro 11), os brasileiros acharam que poderiam dirigir os destinos do Brasil sem reis nem imperadores. E, no dia 15 deste mês, em 1889. o Marechal Deodoro da Fonseca ordenou o cerco do quartel onde se reunia o gabinete do Visconde de Ouro Preto, que representava o imperador. Nesse dia foi proclamada a República e começou um novo período para o Brasil e os brasileiros. Agora eles eram livres para escolher seus líderes e presidentes através do voto.
Foi assim que Deus planejou o homem: livre. E o homem era livre. Livre de doenças, do sofrimento, das lágrimas, das tristezas. Dominava sobre os animais e a terra. Trabalhava com gosto. Era feliz porque era livre do pecado. Mas era também livre para pecar. Quer dizer, podia escolher servir a Deus ou não.
E o homem fez a escolha. Infelizmente, porém, a escolha não foi boa. Ele escolheu separar-se de Deus. Ouviu a voz de outro senhor.
Tendo perdido a liberdade, por um livre ato de escolha, perdeu também o contato direto com Deus e começou a sofrer. E esse sofrimento comoveu o Céu. "Veja, Meu Filho, o que o homem fez com a liberdade que Lhe demos..." devem ter dialogado o Pai e Jesus.
Mas Deus foi bom demais para deixar alguém sofrendo sem uma nova escolha. E Ele planejou outra oportunidade, na qual o homem pudesse novamente ser livre, e livre para sempre. Para nunca mais correr o risco de perder essa liberdade.
Mas toda liberdade tem um preço e Ele pagou o que era exigido. E foi um preço de sangue: deu a vida de Seu Filho.
Desde a proclamação da república, o Brasil nunca mais teve reis ou imperadores. A partir daí, houve liberdade para escolher.

Essa liberdade de escolha é sua hoje. Deus está olhando para ver que escolha você vai fazer. Ele deseja que você escolha o Seu caminho. Então o diálogo a seu respeito, lá no Céu, será: "Ele está fazendo boa escolha. A escolha da liberdade do pecado." 

 Ivo Santos Cardoso.

            " E conhecereis a verdade e a verdade vos libertara "    Jo  8:32

Como esta sua visao




"Porquanto considerou o opróbrio de Cristo por maiores riquezas do que os tesouros do Egito, porque contemplava o galardão." Hebreus 11.26.

Há pessoas que têm visão limitada. Só vêem o que está perto deles, o agora. Não são capazes de olhar mais longe e ver o que é importante à luz do futuro. Não contam com a eternidade.
Moisés era o contrário dessas pessoas. Ele analisou a vida e concluiu que se desejava a recompensa de Cristo no futuro teria de sacrificar algumas coisas no presente.
Uma vez, um desses homens de visão curta se aproximou do Sr. Gladstone, primeiro-ministro inglês, cujo nascimento é festejado hoje, e pediu-lhe um conselho sobre o futuro.

"Eu quero estudar Direito", o jovem disse.
"Muito bem, e daí?" o Sr. Gladstone perguntou.
"Eu espero poder pertencer à classe dos advogados." "E depois?" "Aí espero obter um lugar no Parlamento." "Sim, e depois?" "Farei grandes coisas pelo meu país." "Muito bem, jovem, e depois?" "Creio que me aposentarei e passarei a levar uma vida fácil." "E depois?" o Sr. Gladstone perguntou ainda.

"Naturalmente morrerei", o jovem respondeu.
"Certo, mas depois?" "Bem, nunca pensei além disso", o jovem respondeu.
"Então você é um tolo", disse o Sr. Gladstone. "Volte para casa e pense na vida."
Você tem pensado sobre sua vida? Tem olhado para o futuro e pensado numa recompensa futura? Se não, então hoje é um bom momento para começar a pensar sobre sua visão limitada... Pare um momento e dê uma olhada em sua vida.

O que representam certas coisas terrenas, por mais, que delas gostemos, quando comparadas com a eternidade? O que representa um desentendimento com um amigo quando você está com os olhos fitados no Céu? O que é, por exemplo, uma moto, quando comparada com a mansão de glória? Como seus amigos são vistos por você quando considerados à luz do brilho da Nova Jerusalém? Que significarão belas roupas quando você vir Jesus voltando em glória? O pecado realmente compensa quando você considera a eternidade?


segunda-feira, 26 de outubro de 2015

O gato que parecia ser crente




Certo dia um gato andava pela região onde havia uma igreja. Ele foi se achegando e avaliando se ali haveria um lugar para ele, pois estava sem um lugar seguro para passar a noite. Como a porta da igreja estava aberta e ninguém que lhe oferecia perigo estava por ali, o gato entrou calmamente. Deu uma volta pelo ambiente, olhou em todas as direções e ficou por ali, pois gostou muito do local, o local era tranquilo e lhe parecia muito bom para passar a noite.
Aos poucos as pessoas iam entrando na igreja e logo muitos faziam carinho no gato, davam comida a ele, conversavam com ele, brincavam com ele. Logo o gato ficou amigo de todos e estava presente todos os dias naquela igreja. Não tinha uma reunião em que o gato não estava.
Ilustrações Cristãs: O gato que parece crente e o crente que parece gato
O tempo passou e já fazia alguns meses que o gato estava ali naquela igreja. Ele não saia dali. Estava sempre presente.
Um dia, o pastor da igreja, observando o gato dia após dia, resolveu compartilhar sobre ele em um dos cultos da igreja.
– Quantos já viram aquele gatinho bonitinho que sempre está aqui em nossa igreja?
Quase todos levantaram as mãos, pois o gatinho era tão bonitinho que fazia muito sucesso por ali. O pastor, então, continuou:
– Vocês acham que esse gato é um gato crente?
A igreja toda estranhou a pergunta, mas ficou em silêncio enquanto o pastor seguia com o sermão.
– Pois é, irmãos, faz alguns meses que esse gato está vindo aqui na igreja. Ele está em todas as reuniões que fazemos. Observando-o, percebi que ele até parece um gato crente. Mas será que esse gato é um gato dedicado a Deus?
A igreja sem entender nada permanecia em silêncio. O pastor continuou:
– Vejamos se esse gato é crente, pois ele está todos os dias na igreja, não é verdade?!:
– O gato tem uma vida de oração? Não!
– O gato lê a Bíblia diariamente? Não!
– O gato evangeliza as pessoas? Não!
– O gato jejua ao Senhor? Não!
– O gato contribui para a obra de Deus? Não!
– O gato é um intercessor? Não!
A igreja, então, em silêncio aguardava a conclusão do pastor.
– Pois é, irmãos, muitas vezes somos como esse gato. Estamos na igreja, frequentamos, até parece que somos crentes por estar em lugares que crentes estão, mas, de verdade, como o gato, não somos crentes dedicados ao Senhor.

 Somos apenas como gatos que parecem crentes.

Este povo honra-me com os labios  , mas o seu coracao esta longe de mim      Mt " 15: 8"

















 


                                                                                                                                   

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

A MASCARA E A BIBLIA


                    

Só a Bíblia tira a cegueira espiritual e nos faz conhecer a verdade

Perto de onde minha esposa e eu moramos tem uma fazenda com muitos cavalos. Em certas épocas do ano, alguns cavalos usam máscaras nos olhos e por muito tempo eu sentia pena pelos cavalos que não podiam ver...

Mas, então descobri que a ideia que eu tinha sobre aquelas máscaras era errada. As máscaras são feitas de tela e os cavalos conseguem ver através delas. Porém, as moscas que causam doenças nos olhos, não conseguem atravessá-las. Por isso entendi que as máscaras não impedem os cavalos de ver, elas os impedem de ficar cegos!

Frequentemente, as pessoas não-cristãs tiram conclusões sobre a Bíblia exatamente como eu pensava sobre aquelas máscaras. Elas vêem a Bíblia como algo que Deus coloca sobre nossos olhos para nos impedir de ver toda a diversão e prazeres que poderíamos ter. Elas sentem pena pelos cristãos porque pensam que Deus nos impede de desfrutar a vida. Quanto engano! O que eu não sabia sobre a máscara dos cavalos, elas também não sabem sobre a Bíblia...

A Bíblia não nos impede de ver tudo que é bom, ela nos impede de sermos infectados por mentiras que causam cegueira espiritual. Ela não nos impede de desfrutar a vida e sim nos mostra que podemos apreciar o verdadeiro prazer! Ela não nos impede de conhecer a verdade, ela nos impede de acreditar em mentiras.

"Senhor, desvia os meus olhos, para que não vejam a vaidade, e vivifica-me no Teu caminho". (Salmos 119:37)



terça-feira, 13 de janeiro de 2015

TESTE

 
Em um antigo mosteiro  do Nepal, os monges enfrentavam sérias dificuldades financeiras. O templo estava em ruínas, mal tinham para o sustento diário. Viviam de doações e esmolas. Muitos monges começaram a reclamar das más condições de vida, da fome e da falta de tempo para meditar, uma vez que passavam muito tempo pela cidade pedindo esmolas.
O mestre respondeu às declarações com uma proposta:

- Eu tenho uma solução simples para reformarmos o templo e encontrarmos mais tempo livre para meditar e estudar.

Os discípulos se reuniram ao redor do mestre, curiosos para ouvir a solução de seus problemas. O mestre prosseguiu:

- Cada um de você deve ir até a cidade e roubar algo valioso, que possa render um bom dinheiro para o mosteiro. Com o dinheiro que vocês conseguirem, teremos uma boa quantia.

Uma onde de perplexidade e murmúrios tomou conta do lugar. Os monges se perguntaram como o mestre pôde dar uma ordem dessas, tão antiética. Como tinham grande confiança no mestre, ninguém questionou.
O mestre prosseguiu:

- A única coisa que peço a vocês é que roubem apenas quando tiverem a certeza de que ninguém está olhando. Não quero que vocês manchem a nossa honra e o nosso reconhecimento junto ao povo da vila.

Assim que o mestre saiu da sala, todos começaram a planejar o que iriam roubar na vila e como proceder. Muitos ainda estavam incrédulos e discutindo com os colegas, pois roubar é errado. Não entendiam a ordem do mestre.

Depois de certo tempo, todos já tinham um plano e saíram para a vila. A principal preocupação, porém, era não serem pegos, para não difamarem o mosteiro. Apenas um monge permaneceu no mosteiro. O mestre, ao andar pelo pátio, viu esse monge e foi ao seu encontro.

- O que você estava fazendo aqui? – perguntou.

- Eu fiquei pensando sobre a sua intrução de roubar apenas quando ninguém estiver olhando e vi que isso será impossível. Não importa onde eu vá ou quanto tempo eu esperar, sempre estarei olhando para mim mesmo. Meus olhos me verão roubando – disse o jovem monge.

- Que pena que você foi o único a ver isso. Eu estava testando a integridade dos meus discípulos e você foi o único que passou no teste.

Para refletir
Testes de integridade são muito comum em nosso dia a dia. Subornos, propinas, jabás, comissões, mensalões são várias formas de nos corromper. As vezes, um pedido simples do chefe ou de um amigo pode pôr-nos em uma situação complicada, na qual devemos escolher entre atender ao pedido ou ser coerente com nossa consciência. Ambas as ações terão consequências e deveremos assumi-las com seriedade. Tente ser sempre fiel aos seus princípios, mesmo que isso às vezes entre em conflito com as outras pessoas. Questione os pedidos que lhe são feitos. Às vezes, eles são exatamente um teste de confiança. Você deve ser o juiz das suas ações, por isso seja muito rigoroso na defesa de suas virtudes.

Em que você se baseia para saber o que é certo e o que é errado? Costuma questionar as ordens que lhe são passadas? Quando alguém lhe pede algo que vá contra seus princípios, como você reage? Como pode trabalhar sua integridade moral e suas virtudes?

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

O Impostor



 

 


  "Não há encoberto, que não venha a ser revelado; nem oculto; que não venha a ser conhecido." Mateus 10:26.

 

Quando a Albânia se tornou independente no dia 29 de julho de 1913, não tinha presidente nem rei. Assim, o povo pediu a Halim Eddine, um príncipe turco, que viesse e dirigisse a nação.

O príncipe Eddine não estava certo de que queria ser rei deles, de modo que por algum tempo não enviou uma mensagem. O povo começou a ficar ansioso. Então um dia chegou um telegrama dizendo que o príncipe estava a caminho de Durazzo, a capital.

Poucos dias depois o príncipe Eddine chegou numa carruagem dourada. Ele usava um imponente uniforme com medalhas. Do seu lado pendia uma reluzente espada. Ele era alto, e tinha bem a aparência de um rei. Quando falou, todos o ouviram. Durante cinco dias ele foi honrado com banquetes e em paradas através de toda a cidade.

Então veio outro telegrama do sultão da Turquia declarando que o homem em Durazzo era um impostor. O príncipe Eddine estava ainda na Turquia.

 

O povo não podia crer no que ouvia. Depressa foram ao rei para pedir-lhe explicação, mas ele já tinha ido embora. Sabia que seu disfarce não poderia durar muito. Na verdade ele era apenas Otto Witte, um armador de circo, que aconteceu parecer muito com o príncipe Eddine.

Judas Iscariotes foi outro impostor. Ele dizia amar a Jesus, mas traiu-O com um beijo.

Ananias e Safira foram impostores. Diziam-se generosos para com a igreja dando toda a sua propriedade, quando na realidade estavam guardando parte para si mesmos.

Está você procurando ser um impostor? Você se veste como um cristão, fala como um cristão, e participa de todos os movimentos como cristão, quando no fundo está fazendo as coisas de modo diferente? Você pode enganar seus amigos; não, porém, a Deus. Virá o tempo em que todas as coisas ocultas de seu coração serão reveladas.

Nesse dia todo o Universo saberá Quem realmente você é.

Que adianta, pois, pretender apenas ser cristão agora. Deixe que Jesus venha ao seu coração e afaste sua falha e pretensão. Deixe que Ele faça de você um cristão genuíno, tanto no interior como no exterior.

ESTEJA PRONTO


 

Era o dia 28 de junho de 1778, dois anos depois do início da guerra americana da Independência. Ao romper do dia dessa manhã de verão o exército britânico começou a marchar através de Nova Jersey.

O general George Washington, comandante das tropas americanas, ordenou a Charles Lee que atacasse o exército britânico em marcha, procurando atingi-Io pela retaguarda e pelos lados, e tratasse de destruir tudo que pudesse.

A coisa não deu certo nesse dia. Charles Lee demorou a pôr os seus soldados em movimento. Quando os americanos afinal estavam prontos para a batalha, esta parecia sem esperança. Quando o general Washington viu seus homens se retirando, correu à frente e assumiu o comando. Seu encontro com os ingleses se deu a apenas algumas centenas de metros adiante.

Washington precisava situar seus homens para uma batalha, mas não tinha conhecimento da natureza do terreno nos arredores. Não havia tempo de examinar os mapas. Ele precisava de informação agora. Haveria alguém que pudesse ajudá-Io?

- David Rhea diz que conhece a área muito bem, senhor.

- Envie-me David Rhea! - Washington ordenou.

Dentro de poucos minutos George Washington tinha toda a informação de que precisava. "Há uma ravina ali, e uma ponte mais além", ele disse. "Este morro é o mais alto dos arredores, e tem uma trilha que conduz para este lado. Mais além há um pomar com uma cerca, e poderia ser usado como proteção." Imediatamente o general Washington posicionou seus homens nos pontos certos. Três vezes os ingleses arremeteram contra os americanos por trás da cerca de proteção, mas não puderam tomá-Ia.

Durante toda a tarde os fuzis e os canhões troaram. Os americanos sustentaram suas posições e pela manhã os ingleses recuaram. O resultado desta batalha poderia ter sido muito diferente não houvesse um homem preparado para responder corretamente quando o general precisou de respostas certas.

Nós, como David Rhea, precisamos estar sempre prontos para ajudar nosso general. Nunca sabemos quando o Senhor precisará de nós, e que informações solicitará, as quais devemos conhecer.

Se Deus o chamar para alguma tarefa para Ele, você está pronto?

Está estudando fielmente a fim de estar preparado quando o momento chegar? Quando houver necessidade, estará você habilitado a dizer:

"Sim, Senhor, eu posso ajudar"?
 
   Prepara-te!  Ez 38:7

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Pipocas da Vida..



 Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre. Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira.

São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor.

Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre. Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos. Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo!

Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também. Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer.

Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM!

E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado. Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.

A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira. Deus é o fogo que amacia nosso coração, tirando o que nele há de melhor! Acredite que para extrairmos o melhor de dentro de nós temos que, assim como a pipoca, passar pelas provas de Deus.

Qual a distancia entre voce e Deus




 Não há como medir o tamanho de Deus. Ele não cabe na imensidão do Universo. Não existe um único lugar que seu Espírito não possa perscrutar. Não existe uma única pessoa que não mereça a sua atenção e seu amor. Ele é maravilhoso em seus planos e perfeito em suas obras.
Contudo, para muitos o Senhor está tão longe! E quando se está longe de Deus, Ele parece muito pequeno e fraco. Temperamental e vaidoso.

Ao se chegar, por exemplo, em um mirante de onde se pode avistar toda a cidade, podemos colocar edifícios de dezenas de andares entre dois dedos: o polegar e o indicador. O grande edifício fica pequeno, medindo centímetros. Assim também são as paisagens vistas de um avião. As pessoas ficam do tamanho de formigas, até mesmo desaparecem, as casas, as grandes construções e as largas avenidas também se tornam minúsculas.

Mas, à medida que nos aproximamos do pouso, as grandes edificações ficam enormes diante de nós, tudo é redimensionado. Assim acontece com o nosso relacionamento com Deus. Quanto mais próximos estamos Dele, mais experimentamos do seu poder, e da sua grandeza, vemos como somos pequenos e frágeis.

Qual é o tamanho de Deus para você? Qual o tamanho do poder de Deus para você? Dependerá da distância que você se encontra Dele.

A açeitação

 



As adversidades chegam quando menos esperamos. Elas não se anunciam, como as grandes tempestades ou os vulcões, elas aparecem, simplesmente. Nos pegam de assalto, nos deixam estáticos, sem reação.


E nós que pensávamos que certas coisas só aconteciam com os outros, sem nunca refletir que somos os outros de outros! Estamos sim, debaixo do mesmo céu, sujeitos às mesmas ventanias, aos mesmos vendavais, somos tão vulneráveis quanto quaisquer outros seres humanos.


Mas aprendemos que vida é luta e por isso lutamos. Utilizamos todas as armas colocadas à nossa disposição e com a permissão de Deus.


Deus!!! Ah, sim... nos lembramos dEle com mais freqüência. Todas as pessoas não possuem essa habilidade de cada manhã e cada noite chegar aos pés dEle para agradecer pela saúde, pela felicidade, por que tudo vai bem. Mas quando o mundo cai na nossa cabeça é como se descobríssemos essa verdade irrefutável: Deus existe!


E com o coração dolorido e cansados, continuamos lutando, fazemos nossa parte, tentamos segurar a vida até que nos sentimos impotentes e nos dizemos que nada mais há a fazer.


Seria preciso termos a paciência de Jó para esperarmos com a certeza que dias melhores virão.


Portanto, há ainda, com o sopro de vida, uma última esperança: a oração! Quando achamos que perdemos tudo, podemos ainda dobrar os joelhos para chegarmos à presença de Deus.


É difícil aceitar o sofrimento e a dor, mas a aceitação é o primeiro passo para melhor vivê-los, suportá-los e, quem sabe, vencê-los. Não somos assim tão diferentes dos outros, não possuímos casas construídas sobre rochas e somos vulneráveis, precisamos reconhecer isso antes de tudo. Somos humanos. Humanos e dependentes dAquele que nos criou.


Muitas vezes é necessário cairmos para que reconheçamos o quanto precisamos de uma mão; é preciso uma doença para aprendermos o valor da vida, para que saibamos o que significa união, como um balde de água fria na nossa cabeça que nos acorda e nos deixa mais atentos. Olhamos mais à nossa volta, percebemos que nossos sentimentos são mais sólidos e visíveis do que pensávamos, despertamos, talvez, para pessoas que estavam perfeitamente invisíveis aos nossos olhos.


A dor une muito mais que a felicidade, porque as pessoas procuram apoiar e se apoiar. E ela nos abre os olhos para Deus.


Não... tudo não está perdido! Mas nem sempre a solução é a que esperamos ou desejamos. É preciso que, com joelhos no chão e coração aberto possamos estar prontos para receber, não o que merecemos, mas o que precisamos, que seja a cura, a vida ou a consolação.


Jesus aceitou a cruz porque sabia que seria vitorioso. E que, hoje, possamos aprender com Ele a aceitar nossos fardos, não como castigos, mas como lições de vida, dessas que vamos descobrindo devagarinho, que doem, mas que nos levam adiante, sempre vitoriosos, porque sabemos que não carregamos sozinhos.




Letícia Thompson

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

O TRONCO E OS ESPINHOS






Será que a dor é tão insuportável?

Um Jovem rapaz sai de férias, no decorrer da viajem e o avião que ele voa cai em alto mar. Percebendo que é o único sobrevivente, o jovem pensa em como sobreviverá. Ele fica boiando e nadando por horas, a noite começa a pairar, e suas forças estão quase acabando, quando de repente um tronco de árvore lhe esbarra.



'Estou Salvo'!

Ele se agarra rapidamente e firmemente ao tronco e deixa que o tronco siga a correnteza até a praia. As horas passam, o dia começa a amanhecer e ele começa a sentir uma dor muito forte,

ele olha e vê que o 'tronco' está cheio de espinhos, que vão rasgando e penetrando na sua carne. Mas ao olhar a diante ele vê lá no fundo a praia. E agora? Se fosse você, o que faria? Largaria o tronco? Ou suportaria a dor até chegar à praia?


APLICANDO NA NOSSA VIDA


Todos nós dissemos: 'sim estou salvo’, (PARA SERVIR A JESUS SEM RESERVAS), quando encontramos a Igreja (O TRONCO), mas com o passar dos anos podemos começara ver (ESPINHOS), ou seja, falhas em nossos irmãos que nos machucam. E AGORA o que fazer? Largaria o tronco (A IGREJA DE JESUS CRISTO) por causa da imperfeição dos nossos irmãos? Ou suportaria a DOR (FALHAS DELES) até chegar à praia (O CÉUS) que Jesus nos promete?

Lembre-se sempre disso quando alguém magoar você. Ou deixar você triste. Lembrarmos de que eles são imperfeitos, e que constantemente erramos

Nos ajudará  a ver pontos positivos em nossos irmãos e suportaremos uns aos outros até o fim! E sempre colocaremos na melhor conta: Na conta do perdão!!


Perdoar é preciso e seremos perdoados por JESUS!!

Extraido

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

domingo, 11 de dezembro de 2011


O ENGANADOR

Na residência de um certo orador sacro de grande prestígio e renome, apareceu numa tardinha de domingo um gracioso cachorrinho preto. A turminha miúda da casa fez amizade imediata com o animal fujão.
Notaram logo que na cauda do cachorro destacavam-se três fios de pêlo bem branquinho. tornando-o assim diferente de tantos outros cachorrinhos da mesma cor e tamanho que havia por ali.

Logo na semana que se seguiu, um anúncio no jornal da cidade chamou a atenção daquele orador. Lia se o seguinte: "Quem souber do paradeiro de um cãozinho preto, pequeno..." E, entre outras características mencionadas no anúncio, acrescentaram: "possui três fios de pêlo branco na cauda. Favor comunicar-se com o dono no endereço..." O recado era bem completo e não deixava a menor dúvida.
Relatando alguns anos mais tarde esse acontecimento, o grande e notável orador expressou com visível pesar: "Na presença dos meus filhos, cuja personalidade estava se formando em cada um, eu separei aqueles três fios de pêlo branco dos demais e com uma pinça os arranquei fora. A obra do engano e da desonestidade parecia perfeita. Nada seria notado.

O dono do animal, no entanto, soube do paradeiro do cachorrinho em nossa casa e veio procurá-lo. Pertencia às suas crianças e elas o estimavam muito. Realmente, ele conservava a grande maioria das identificações descritas e, portanto, tinha quase tudo para ser reconhecido de imediato; assim, o dono já ia levá-lo, quando lhe chamei a atenção:
- Meu senhor, na publicação que fez no jornal estava destacado em negrito o fato de que seu animal possuía três fios de pêlo branco na cauda, não é verdade?
Diante do meu lembrete, o dono em vão tentou encontrá-los e, não os achando, foi obrigado a deixar o cão que reconhecia ser o seu.

Esse orador, torturado pelo remorso tardio, afirmou, concluindo a narração: "Nós ficamos com o cãozinho, mas eu perdi os meus filhos para mim e para Deus. Eles não confiavam mais naquilo que eu ensinava em meus sermões ou lhes dizia particularmente.
Tudo isso porque na sua presença não pratiquei aquilo que afirmava estar estruturada a minha fé, isto é a verdade e a honestidade".
Ef 4-27 Nem deis lugar ao diabo.
Nós damos lugar ao diabo em nossa vida quando, fazemos aquilo que desagrada a Deus.

Toda vez que você for fazer alguma coisa, veja primeiro se vai agradar a Deus.
 Se tiver duvidas não faça, pois a duvida é coisa do diabo.

SEJA UM ESPELHO DE CRISTO

Na residência de um certo orador sacro de grande prestígio e renome, apareceu numa tardinha de domingo um gracioso cachorrinho preto. A turminha miúda da casa fez amizade imediata com o animal fujão.
Notaram logo que na cauda do cachorro destacavam-se três fios de pêlo bem branquinho. tornando-o assim diferente de tantos outros cachorrinhos da mesma cor e tamanho que havia por ali.

Logo na semana que se seguiu, um anúncio no jornal da cidade chamou a atenção daquele orador. Lia se o seguinte: "Quem souber do paradeiro de um cãozinho preto, pequeno..." E, entre outras características mencionadas no anúncio, acrescentaram: "possui três fios de pêlo branco na cauda. Favor comunicar-se com o dono no endereço..." O recado era bem completo e não deixava a menor dúvida.
Relatando alguns anos mais tarde esse acontecimento, o grande e notável orador expressou com visível pesar: "Na presença dos meus filhos, cuja personalidade estava se formando em cada um, eu separei aqueles três fios de pêlo branco dos demais e com uma pinça os arranquei fora. A obra do engano e da desonestidade parecia perfeita. Nada seria notado.

O dono do animal, no entanto, soube do paradeiro do cachorrinho em nossa casa e veio procurá-lo. Pertencia às suas crianças e elas o estimavam muito. Realmente, ele conservava a grande maioria das identificações descritas e, portanto, tinha quase tudo para ser reconhecido de imediato; assim, o dono já ia levá-lo, quando lhe chamei a atenção:
- Meu senhor, na publicação que fez no jornal estava destacado em negrito o fato de que seu animal possuía três fios de pêlo branco na cauda, não é verdade?
Diante do meu lembrete, o dono em vão tentou encontrá-los e, não os achando, foi obrigado a deixar o cão que reconhecia ser o seu.

Esse orador, torturado pelo remorso tardio, afirmou, concluindo a narração: "Nós ficamos com o cãozinho, mas eu perdi os meus filhos para mim e para Deus. Eles não confiavam mais naquilo que eu ensinava em meus sermões ou lhes dizia particularmente.
Tudo isso porque na sua presença não pratiquei aquilo que afirmava estar estruturada a minha fé, isto é a verdade e a honestidade".  
Os olhos do Senhor está por toda parte.

sábado, 10 de dezembro de 2011


NÃO É SÓ FALAR.... MAS AGIR

Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:
- Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.

- Você está certo – responde a velha senhora – nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.

Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.

Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.

Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos ‘descartáveis’ e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não   possível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não queira abrir mão de nada e não pense em viver um pouco como na minha época?
Texto recebido por email…



O AMOR TUDO SUPORTA

Há muito tempo atrás, um casal de velhinhos que não tinham filhos morava em uma casinha humilde de madeira, tinham uma vida muito tranqüila, alegre, a qual ambos se amavam muito, eram felizes. Até que um dia aconteceu um acidente com a senhora.
Ela estava trabalhando em sua casa quando começa a pegar fogo na cozinha e as chamas atingem todo o seu corpo, o esposo acorda assustado com os gritos e vai a sua procura, quando a vê coberta pelas chamas imediatamente tenta ajuda-la e o fogo também atinge seus braços e mesmo em chamas consegue apagar o fogo.

Quando chegaram os bombeiros já não havia mais fogo apenas fumaça e parte da casa toda destruída. Levaram rapidamente o casal para o hospital mais próximo, onde foram internados em estado grave.
Após algum tempo aquele senhor menos atingido pelo fogo saiu da UTI e foi ao encontro de sua amada. Ainda em seu leito a senhora toda queimada, pensava em não viver mais, pois estava toda deformada, as chamas  queimaram todo o seu rosto.
Chegando no quarto de sua senhora, logo ela foi falando:
- Tudo bem com você meu amor?
Sim respondeu ele, pena que o fogo atingiu os meus olhos e eu não posso mais enxergar, mas fique tranqüila amor que a sua beleza esta gravada em meu coração para sempre.
Então triste pelo esposo, disse-lhe:
- Deus vendo tudo o que aconteceu meu marido, tirou-lhe as vista para que não se presencia esta deformidade em que eu fiquei. As chamas queimaram todo o meu rosto e estou parecendo um monstro.
Passando algum tempo recuperados, voltaram para casa onde ela fazia tudo para seu querido esposo e ele todos os dias dizia-lhes, como eu te amo!   E assim viveram 20 anos até que a senhora veio a falecer. No dia de seu enterro quando todos se despediam então veio aquele senhor sem seus óculos escuro e com sua bengala nas mãos, chegou perto do caixão, beijando o rosto e acariciando sua amada disse em um tom apaixonante:
- Como você é linda meu amor eu te amo muito.
Ouvindo e vendo aquela cena um amigo que esta ao lado perguntou se o que tinha acontecido era um milagre, e olhando nos olhos dele o velhinho apenas falou:
-Nunca estive cego, apenas fingia, pois quando há vi toda queimada sabia que seria duro para ela continuar vivendo daquela maneira. Foram vinte anos vivendo ambos muito felizes e apaixonados!!!
Sãos os olhos a lâmpada do corpo. Se os teus olhos forem bons,todo o teu corpo será luminoso. Mt 6-22

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011


O PÉ DE ABACATE

Havia no meu quintal um abacateiro que produzia pouquíssimos frutos.Por acreditar que uma árvore frutífera precisa ser produtiva, pedi a Deus que abençoasse aquele abacateiro permitindo-lhe frutificar bastante.


A florada aconteceu e o abacateiro se encheu de centenas de frutinhos.Quando eles já estavam grandes, para surpresa minha, o galho central, com 70 abacates, quebrou.Um outro galho também, por não suportar o peso, acabou caindo, levando tantos outros frutos.

Fiquei perplexo!

Deus havia permitido que o abacateiro ficasse recheado de frutos e logo depois quebrasse, sem que eu os proveitasse. Por quê? Busquei no Senhor e compreendi que nem sempre temos estrutura para suportar o tamanho da bênção que pedimos a Deus. Por isso, muitas vezes precisamos esperar algum tempo para recebê-la. Ela só virá quando nossa vida estiver profundamente enraizada no terreno fértil da fé em Jesus Cristo, enrijecida pela leitura constante da Palavra de Deus, fortalecida pela seiva da oração e produzindo os frutos abundantes da presença de Deus em nós.

Assim, na certeza de que a glória não é nossa, mas do Senhor Jesus, não sucumbiremos ao volume da bênção. Que Deus fortaleça nossa vida e nos ensine a firmá-la em seus propósitos eternos, a fim de que, submissos ao seu querer, estejamos preparados para abençoar e ser abençoados.

“Por isso, não desanimamos; pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo, o nosso homem interior se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação, não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.”

2º Coríntios 4: 16 ao 18.


Autora: Cely Pereira Gonçalves